quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Neymar do Santos: A vitória de um Dizimista Fiel


Em entrevista publicada pelo jornal Estadão nesta segunda-feira, 26 o jogador e estrela do Santos Futebol Clube, Neymar falou um pouco de sua história, início da carreira e religiosidade. Na reportagem assinada pela repórter Debora Bergamasco o atleta brincou ao lembrar seus primeiros salários como jogador profissional chegando aos números atuais que, recebendo do clube da baixada mais seus patrocínios, podem chegar até R$ 400 mil. Garante, porém, que 10% é da Igreja.


Desde pequeno, Neymar é frequentador da Igreja Batista Peniel, de São Vicente.

O pai e empresário do jogador, que também se chama Neymar, conta ainda que a cada jogo, Neymar (Júnior) entrava em campo sempre com sua faixa com os dizeres ‘Jesus’ na cabeça. O adorno não pôde mais ser utilizado no futebol profissional.

“O primeiro salarinho dele (Neymar) foi R$ 450. Fizemos esse primeiro contratinho dele no Santos e minha mulher pegava os R$ 45 e dava para igreja todo mês. OK, ainda sobravam uns R$ 400 para pagar as contas. Daí ele passou a ganhar R$ 800. Tá bom, doa R$ 80… Só que Deus começa a te provar, né? Pegamos R$ 400 mil. Caramba, meu, como vamos ‘dizimar’ R$ 40 mil? É um carro! Cara, mas daí você pensa que Deus foi fiel. Pum, dá R$ 40 mil! Mas daí vieram ‘catapatapum’ reais. Meu Deus, não quero nem saber, ‘dizima’ logo isso! (risos).

É… Deus te prova no pouco e no muito”, conta o pai do atleta.
Para proteger o filho de companhias oportunistas e de impulsos consumistas, quem administra o dinheiro do craque é o pai. Ele diz deixar apenas R$ 5 mil na conta do moço – valor bem inferior ao salário, que hoje beira os R$ 150 mil mensais. “E cinco mil ainda acho muito, porque o Juninho não precisa comprar nada. Tem contrato com a Nike, ganha roupas, tudo. Parece um polvo, tem mais de 50 pares de sapatos.”

Rompeu o namoro de cinco meses com uma garota de 16 anos, do Guarujá. Seu pai bem que tenta aconselhar as namoradas do filho: “Para ser mulher de atleta, tem que fazer vista grossa. Homem apronta, mas quando a ficha cai, ele volta. Veja o Robinho, ele sossegou”.

Neymar diz que não quer saber de se apaixonar. “Agora não. Quero curtir a vida”, avisa, esparramando-se no sofá. Entrelaçando as pernas em uma almofada, dá dica para fugir das maria-chuteiras: “Você tá quietinho e elas é que vêm para cima. A gente tenta dar umas cortadas, mas é complicado.” como encontrar a pessoa certa para namorar: “Tem que ser esperto, primeiro conhecer, ver de onde ela vem, no que está interessada, se ela gosta mesmo de você. Daí você investe.”

“E pensar que o Juninho quase morreu”, emociona-se a mãe. “Ele tinha quatro meses e estava no carro comigo e com meu marido quando sofremos um acidente. Ele estava deitadinho atrás e, quando batemos, rolou para debaixo do meu banco. Mas Deus estava no controle e ele só cortou a testa. Meu marido ficou três meses na cama.”                                                                                                                                                      


''Quero avisar a todos que essa matéria já é antiga porque após ele (Neymar) da essa entrevista ele passou a ganhar 700 mil. Hoje ele esta recebendo 1 milhão e 500 mil ele foi fiel quando ganhava 450 reais e continuou fiel na medida que o seu salario como jogador foi aumentando se cumprindo assim a palavra de Deus que diz se de pois fiel no pouco que eu vos colocarei sobre o muito. 

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Eu estava errado



É tão difícil assim dizer essas três palavras? Sim, é muito difícil. Humilhante. Até assustador.

Eu estava errado.

Depois de você admitir que estava errado, o que os outros vão pensar de você? O que isso vai causar à sua reputação? Quanto sangue o seu orgulho terá que sangrar? Quão pequeno você vai se sentir?

É aí que você erra de novo.

  1. Os outros sempre irão pensar o que quiserem pensar de você. Se você acha que não admitir seus erros fará com que as pessoas lhe admirem mais, pense novamente.
  2. Dizer "Eu estava errado" pode na verdade até melhorar a sua reputação. Hoje em dia, as pessoas preferem sinceridade e honestidade à perfeição. (Sim, elas já sabem que você não é perfeito.)
  3. Se sangra o seu orgulho, isso faz bem para você.
  4. Quem admite seus erros sempre será a pessoa mais nobre da sala, nunca a menor.
Só os fortes podem dizer: "Eu estava errado" e ainda soar como se eles estão certos.

Como enfrentar crise no casamento sem pensar em Desistir


Hoje nós falamos repetidamente que família é o nosso problema número um.[1] A família tem sido atacada vigorosamente pelas perigosas filosofias pós-modernas. Os fundamentos têm sido destruídos (Salmo 11:3). Nós estamos vivendo no meio da era pós-moderna, onde os valores absolutos das Escrituras não estão sendo observados, mas repudiados.[2] O que nós temos hoje não é apenas um comportamento imoral, mas a perda de critérios morais. Nós estamos enfrentando não apenas um colapso moral, mas um colapso de significado. Não há absolutos.[3] Gene Edward Veith ainda afirma que se não há absolutos, se a verdade é relativa, então não pode existir estabilidade, conseqüentemente, a vida perde o seu sentido.[4]
O inevitável resultado do relativismo deste tempo é a falência dos valores morais, a fraqueza da família e o aumento espantoso da infidelidade conjugal. Valores relativos, acompanham o relativismo da verdade.[5] Em 1969, bem no meio da “revolução sexual”, 68% dos americanos acreditavam que relação sexual antes do casamento era errado. Em 1987, mesmo a despeito do surto da AIDS, somente 46% acreditavam que o sexo antes do casamento era errado.[6] Em 1992, somente 33% rejeitavam o sexo premarital.[7] Infidelidade conjugal tem sido uma marca da sociedade contemporânea. Segundo algumas estimativas, 50 a 65% dos maridos e 45 a 55% das esposas têm sido infiéis até a idade de 40 anos.[8] Outros identificam que 26 a 70% das mulheres casadas e 33 a 75% dos homens casados têm se envolvido em algum caso extra conjugal.[9] Casos extra conjugais são não apenas comuns, mas altamente destrutivos para os casais.[10]
Divórcio tem sido estimulado como uma solução para casamentos em crise. Comentaristas sociais são notórios em afirmar que metade dos casamentos nos Estados Unidos terminam em divórcio.[11] Contudo, divórcio não é uma sábia solução para casamentos em crise, mas um sério agravante, um outro problema que na maioria das vezes, traz profundo sofrimento e frustração. A psicóloga Diane Medved, diz que os casais estão chegando à conclusão que o divórcio é mais danoso do que enfrentar as crises juntos.[12] As conseqüências e as seqüelas do divórcio são devastadoras a curto, a médio e a longo prazo. Há muitos casais e filhos arrebentados emocionalmente pelo divórcio. A presença de casamentos em crise, casamentos quebrados e até mesmo do divórcio está aumentando não apenas entre os não cristãos, mas também dentro das comunidades evangélicas.[13] As pessoas divorciadas estão flutuando dentro das comunidades evangélicas. Há muitos líderes religiosos enfrentando divórcio. Divórcio é uma realidade que não pode ser negada. Contudo, à luz das Escrituras, o divórcio não é a solução divina para a crise do casamento. Não é sensato fugir do problema em vez de enfrentá-lo. De fato não existe casamento perfeito. Não há casamento sem problemas. Todo casamento exige renúncia e adaptação. Nenhum casamento sobrevive sem perdão e restauração. Muitas pessoas hoje estão discutindo e procurando divórcio antes de entender o que as Escrituras ensinam sobre casamento. Casamento não é uma união experimental. A aliança conjugal não termina quando as crises chegam. Só há duas cláusulas de exceção para o divórcio nas Escrituras: a infidelidade conjugal (Mateus 19:9) e o abandono (1 Coríntios 7:15). Divórcio por quaisquer outros motivos e novo casamento constitui-se em adultério (Mateus 5:32).
Como, então, enfrentar as crises no casamento sem pensar em desistir?
1. Reconhecendo que o casamento não é uma invenção humana, mas uma instituição divina – O casamento não é um expediente humano. O próprio Deus estabeleceu, instituiu e ordenou o casamento desde o início da história humana.[14] Gênesis 2:18-24 revela que o casamento nasceu no coração de Deus quando não havia ainda legisladores, nem leis, nem Estado, nem igreja. Casamento é um dom de Deus para o homem e a mulher.[15] Deus não apenas criou o casamento, mas também o abençoou (Gênesis 1:28). Qualquer esforço de atentar contra os princípios estabelecidos por Deus para o casamento conspira contra o próprio Deus, que o instituiu. Por isso, Deus odeia o divórcio (Malaquias 2:14).
2. Reconhecendo a natureza do casamento – Quando Jesus foi questionado pelos fariseus sobre o divórcio (Mateus 19:3-4), Jesus não discutiu divórcio antes de falar sobre a natureza do casamento, de acordo com os princípios estabelecidos na própria criação (Mateus 19:4-8). De acordo com o padrão absoluto de Deus, estabelecido na criação, o casamento em primeiro lugar é heterossexual (Gênesis 1:27). União homossexual é abominação para Deus (Levitico 18:22; Romanos 1:24-28). Em segundo lugar, o casamento é monogâmico (Gênesis 2:24). Em terceiro lugar, o casamento é monossomático (Gênesis 2:24). João Calvino disse que a união do casamento é mais sagrada e mais profunda do que a união que liga os filhos aos pais. Nada senão a morte pode separá-los.[16] Em quarto lugar, o casamento é indissolúvel (1 Corintios 7:3). Jesus afirmou que marido e mulher não são mais dois, mas uma só carne e o que Deus uniu o homem não pode separar (Mateus 19:6). Divórcio, portanto, é uma rebelião contra Deus e os seus princípios.[17] Em quinto lugar, o casamento não é compulsório. O celibato é um dom de Deus, não uma imposição (1 Coríntios 7:32-35). Embora a razão do casamento é para resolver o problema da solidão, Deus chamou alguns para serem uma exceção à sua própria norma (Gênesis 2:18,24; Mateus 19:11-12; 1 Coríntios 7:7).[18]
3. Reconhecendo que em Deus podemos superar as crises do casamento sem azedar o coração – Jesus disse para os fariseus que o divórcio nunca foi uma ordenança divina, mas uma permissão, e isso, por causa da dureza dos corações (Mateus 19:7-8). O divórcio ocorre porque os corações estão endurecidos. Dureza de coração é a indisposição de obedecer a Palavra de Deus. É a indisposição de perdoar, restaurar e recomeçar o relacionamento conjugal de acordo com os princípios de Deus. De acordo com Jesus o divórcio jamais é compulsório, onde existe espaço para o perdão. Divórcio é conseqüência do pecado, não uma expressão da vontade de Deus. Perdão e restauração são melhores do que o divórcio. Divórcio não é compulsório nem em caso de adultério. Restauração é melhor que o divórcio.
Concluindo, ressaltamos que a igreja precisa dar ênfase em famílias fortes. Casamentos estáveis resultam em famílias, igrejas e sociedade saudáveis.[19] A solução para o casamento e para a família não está nos modelos falidos da sociedade pos-moderna, mas na eterna e infalível Palavra de Deus. O mesmo Deus que instituiu o casamento tem a solução para os casamentos em crise. Somente Deus pode curar relações quebradas, trazendo esperança onde os sonhos já morreram; trazendo vida, onde as sombras da morte já escurecem os horizontes; trazendo cura e restauração, onde as feridas estão cada vez mais doloridas. O grande desafio para a igreja e a sociedade contemporânea é retornar para Deus e obedecer os seus mandamentos. O mesmo Deus que criou o casamento tem solução para ele. Deus é o criador, sustentador e restaurador do casamento. Quando ele reina no casamento, o divórcio não tem espaço.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Pequenas atitudes dos homens que agradam as mulheres

São coisas simples, mas que a ala masculina, aos poucos, tem esquecido

Em uma reunião de pauta, caiu em cima de mim o seguinte assunto: "Pequenas atitudes dos homens que agradam as mulheres". Simples, não é? Vai nessa.
Vieram-me à mente vários clichês e estereótipos sobre as diferenças entre os sexos:
- É mais fácil aprender grego em braile, com um professor mudo japonês, do que entender cabeça de mulher.
- O "não" feminino pode dizer "sim", "talvez" e algumas vezes até "não" mesmo (mas o difícil é saber quem é quem nessa história).
- A incrível e inexplicável relação TPM/chocolate.
- Por que raios elas querem que os homens descrevam seu dia de trabalho tintim por tintim?
- Homens são de Marte, mulheres são de Vênus.
- Por que cargas d`água várias bolsas ao invés de uma só?
- Por que um homem consegue sobreviver com três pares de sapato e uma mulher precisa alugar outro apartamento para guardar os seus?
E por aí afora.
Mas é claro que, brincadeiras à parte, nós, "marcianos", podemos, com pequenas atitudes no dia a dia, tornar a convivência macho-fêmea mais tolerável e aprazível. E, cá entre nós, não falo só do caso de "ganhar pontos" com a "patroa", mas de realmente nos importarmos com o bem-estar de nossas pretendentes, namoradas, noivas, esposas. "Pequenas coisas pontuais fazem com que a mulher se sinta o centro das atenções; e elas geralmente precisam disso", considera a terapeuta de casais Marina Vasconcellos, que, além de ser do sexo feminino, é psicóloga com especialização em Psicodrama Terapêutico pelo Instituto Sedes Sapientiae, psicodramatista didata pela Federação Brasileira de Psicodrama (FEBRAP) e terapeuta familiar e de casais pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Repasso a vocês os conselhos da mulher por trás dos títulos:
Conquistar sempre
Marina diz que os homens podem cometer um grande erro quando estão paquerando ou namorando. "Nesse período, eles se perfumam, sempre andam arrumadinhos, cuidam bem do corpo. E eu não vou mentir: mulher adora um homem cheiroso e bem vestido", diz a terapeuta. Só que aí vem o "porém" da história: "Depois que casam, inconscientemente, acham que `já que ela já está aqui, posso relaxar`, e deixam tudo o que agradava a mulher de lado. Desleixam-se do visual, não se cuidam mais e tornam-se menos desejáveis. É claro que entra a figura do amor, a mulher não vai deixar de amar por causa disso, mas não custa nada se cuidar para ela como fazia antes, não é?"
Respeitar o “tempo” da parceira
"O homem tem que se lembrar de que o tempo dele é diferente do da mulher. O timing com que ela conduz as coisas é outro." Explica Marina, que, sim, está falando de sexo, mas é claro que isso de respeitar o tempo se estende para muitos outros assuntos. "O sexo foi feito para ser algo muito bom entre o casal, Mas fica complicado se um não respeita o tempo e os limites do outro. É aquela velha brincadeira de que `mulher é forno, homem é fogão`: a mulher precisa de aquecimento, já no homem é tudo mais instantâneo."
A terapeuta de casais traça um quadro interessante, mas que, sabe-se lá o porquê, foge à percepção de muita gente. Conta que quando o casal namora, há aquela saudade, e nós já encontramos a parceira no ápice da falta que sentimos dela. Já casados, vendo a pessoa quase sempre, é necessário o período de aquecimento para o desejo vir, ou então um longo tempo sem sexo para ele aflorar. "Fora isso, com o tempo vão chegando os filhos, o trabalho aumenta, as responsabilidades também, e o sexo vai ficando em segundo plano, pois as prioridades mudam", destaca, e dá uma dica bem bacana: "Se o homem se preocupa com o prazer da mulher de quem gosta, os danos à vida sexual diminuem muito, pois o casal tenta se renovar sempre. É a velha figura de `manter a chama acesa`." Falando em tempo, lembrar datas importantes para o casal faz bem.
Saber ouvir
A psicóloga indica algo que parece óbvio, mas precisa mesmo ser mais exercitado: "O sexo masculino tem que estar mais aberto a conversas. Discutir a relação (DR) mesmo. O homem tende a levar para o lado da crítica e acha que a mulher está dizendo que ele faz tudo errado, quando não é nada disso. Ele não deve ver aquilo como crítica, mas apenas como um pedido. Não há nada de que precise se defender, saindo emburrado, sem conversar."
Sim, mas como isso de DR requer duas pessoas, como as moças podem nos ajudar? "A mulher também tem que saber o momento certo de conversar. Ela que não seja boba de querer falar do assunto quando os dois estão dentro do carro indo a um jantar, a uma festa, ao cinema. E que não seja tola de querer conversar quando ele chega cansado em casa após um dia cheio no trabalho, esteja vendo seu futebol ou sua corrida na tevê". Marina ainda orienta: "A conversa tem que ser em um lugar privado, sem a presença de terceiros e com tempo de sobra. Nada deve ser deixado em aberto. Devem discutir tudo, civilizadamente, até o fim."
E a terapeuta dá mais uma dica interessante às mulheres: "Nunca deixe ele pensar que está sendo acusado de algo, dizendo coisas como `você fez isso`, `você faz aquilo`. Coloque-se na primeira pessoa: `Eu sinto que isso está nos atrapalhando`; `Eu tenho ficado triste com`; ‘Estou incomodada com’; e por aí afora. Faça com que ele sinta o que causa em você com as atitudes dele, mas sem fazer drama ou chantagem emocional.”
Gentileza
Bem dizia o célebre andarilho carioca que pintava inteligências nos muros: “Gentileza gera gentileza.” Marina defende atitudes que estão saindo de moda, mas que sempre fazem bem: “Coisas simples, como abrir a porta do carro para ela, dar passagem, segurar a porta do elevador. Por mais que as mulheres sejam independentes hoje em dia, a maioria aprecia demais esse tipo de iniciativa.”
E chega a hora do assunto polêmico: quem paga a conta? “Ele pagar a conta em um encontro também é uma gentileza muito apreciada. Mas é claro que isso é muito relativo, muda de casal para casal. Uns preferem rachar o valor, por exemplo.”
Outra atitude gentil é ser pontual. “A impaciência pela espera em um compromisso pode tirar muito da beleza do encontro”, diz a psicóloga. Mas é claro que vale a pena as mulheres serem pontuais também.
Perdidos no shopping
“Sem essa de querer que ele te acompanhe no shopping”, explica Marina às mulheres. “A cabeça do homem e a da mulher funcionam de maneira muito diferente na hora das compras. Aí é ela quem tem que respeitar o tempo dele. Perguntem mesmo um ao outro, abram o jogo. É bem melhor marcar de ele pegá-la do que fazê-lo te acompanhar o dia inteiro de cara amarrada. O mesmo vale para você, no caso de acompanhá-lo a um lugar só para agradá-lo. Conversem francamente.”
Família é para os dois
“Já era o tempo em que o pai saía para trabalhar e a mãe cuidava de tudo em relação aos filhos e a casa. A mulher sente muito mais firmeza em um marido que ajuda no que for necessário. Sabe que pode contar com ele e não se sente sobrecarregada. É interessante que, mesmo com as mulheres trabalhando fora, muito a gente ainda ache que certas atribuições cabem somente a elas e não a eles. Aí vem aquela conversa de ‘jornada tripla’ feminina, em que ela tem que ser no mesmo dia profissional (fora ou dentro de casa), esposa e mãe”, destaca a psicóloga.
Presentes, lembrancinhas, agrados
“Outra coisa de que muitos se esquecem é de presentear a companheira como faziam no início do relacionamento, estejam eles namorando, noivos ou mesmo casados. Claro que grandes presentes deixam muita gente feliz, mas procure mostrar com pequenas coisas no dia a dia que você se lembrou dela: uma flor que comprou na rua, um doce bonitinho, uma roupa interessante, um perfume. Até um bilhetinho”, aconselha Marina, colocando que carinhos são presentes que podemos dar todos os dias. “Mas convém não ser grudento, exagerado”, diz ela.
Capricho
Homem que é homem não tem de ser grosseiro e esculachado. Limpeza e organização ainda fazem bem para a saúde. “Mulher se rende a um homem organizado, que cuida do seu cantinho ou, no caso, do cantinho dos dois, sem bagunçar. Sei que há muita mulher relaxada também, mas a maioria curte um homem que se organiza”, informa Marina, acrescentando que lugar de homem também é na cozinha: “Homem que cozinha bem, então, ganha pontos com as mulheres de uma forma que nem imagina. Principalmente se tem a ótima ideia de fazer algo gostoso para ela, um jantar especial, mesmo que sejam receitas simples”, diz a especialista.
Feedback: a velha e boa troca
Após estas considerações acerca do que os homens podem melhorar em relação às mulheres, Marina Vasconcellos - que foi uma grande companheira nessa matéria que inadvertidamente veio a mim - fala algo que parece bastante justo: “De nada adianta um homem se esforçar para agradar uma mulher que não reconhece o que ele faz. É fundamental para ele que se sinta admirado por isso.”

Empresa ou Deus


Um dia, certo funcionário de uma empresa, crente, foi chamado ao gabinete do dono da empresa.
Sem meias palavras, o dono foi direto ao assunto:
– Estamos reestruturando a empresa e precisamos de uma pessoa exatamente do seu tipo para ocupar a posição de gerente do setor. Analisamos a sua ficha e vimos que só há um problema com você: a sua religião. O cargo é incompatível com a sua fé, de modo que você terá que fazer uma opção entre a promoção no emprego e a sua igreja. Mas você não precisa responder agora. Vá para casa, hoje é sexta-feira, pense, e na segunda-feira nos diga o que foi que decidiu.
Nosso irmão foi para casa envolto no manto da dúvida. Por um lado, almejava o cargo – afinal, era a grande chance de sua vida. Quanta gente, pensou, não gostaria de estar em seu lugar? Por outro lado, e a sua fé? E a igreja? E Deus?
Os pensamentos se desencontravam em sua cabeça. Seu coração virou campo de batalha entre o certo e o errado, entre o real e o ideal. Noites sem dormir; não podia se concentrar num só pensamento. O pior fim de semana de sua vida, o pior sábado, o pior domingo...
Na segunda-feira, lá estava ele na empresa, já ansioso por encontrar-se com o dono:
– E aí? – quis saber o dono – Qual é a sua decisão?
– Acho que vou aceitar a proposta que me fez.
O patrão nem levantou a cabeça:
– Então pode passar imediatamente no Departamento Pessoal e pedir suas contas. Você está despedido!
– Mas... Patrão... Foi o senhor mesmo que me fez a proposta!
– Sim, e você foi provado, mas não passou no teste. Se você foi capaz de tão rapidamente trair o seu Deus, quem me assegura que mais rapidamente ainda não trairá a sua empresa?
“...mas quem Me negar diante dos homens será negado diante dos anjos de Deus”. Lucas 12.9
Esta história reflete o caráter de quem nunca nasceu de Deus.
Saudações à família e companheiros de guerra.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Estudo para novos convertidos: "Vencido pela cãimbra"


Na versão do amalequita, Saul lhe teria dito: "Arremete sobre mim e mata-me, pois me sinto vencido de cãibra" (2 Sam 1:9). Saul não podia levantar-se, não podia lutar, não podia fugir - porque estava vencido pela cãibra. O rei estava imóvel, parado e derrotado, pois se achava vencido pela cãibra.

Mas não é só a cãibra que pode deixá-lo no chão. Às vezes você não é um vencido pela cãibra, mas é um vencido pelo sono, como Êutico, aquele jovem que caiu do terceiro andar e foi dado como morto (Act 20:9). Às vezes você não é um vencido pelo sono, mas é um vencido pelo vinho (Isa 28:1). Às vezes você não é um vencido pelo vinho, mas é um vencido pela mulher adúltera, cujos lábios"destilam favos de mel" (Pr 5:3) e "cujos pés não param em casa" (Pr 7:11).

Talvez você seja um vencido pelo temperamento, pela ira, peloódio, pela inveja, pela carne, pelo curso deste mundo, pela multidãoou pelos demônios.

Essa situação não é confortável, não é saudável, não é boa. Ser vencido por qualquer força estranha gera tristeza, gera remorso, gera desânimo, gera sentimento de inferioridade, gera vergonha, gera confusão, gera culpa, gera desespero. Você não é obrigado a ser vencido pelo mal. Essa rotina descabida precisa acabar. É você quem tem de vencer a cãibra, o sono, o álcool, as drogas, a preguiça, o amor ilícito, a incredulidade a amargura, o maligno

Insista na oração. Aprenda a dizer não a você mesmo. Não existe vitória sem renúncia, sem disciplina, sem perseverança. Assim como a criança começa a andar, comece a ceder, comece a abrir mão daquilo que o tomava vencido, comece a se acostumar com a vitória. Não vai demorar nada e você deixará de ser um vencido, para ser um vencedor. Por meio daquele que "sempre nos conduz em triunfo" (2 Cor 2:14) Deus abençoe!

Aos solitários


Espero que meu testemunho sirva de exemplo para outras moças, que, como eu, são cobradas na igreja e em casa por ainda estarem solteiras.
Fui para a IURD com a minha mãe lutar pela família, pois nossa vida era um inferno. Fomos libertas, nos batizamos, enfim, tudo mudou.
O tempo foi passando e quando cheguei aos 30 anos me preocupei por ainda estar solteira e as cobranças começaram. Sentia-me a SOLTEIRONA. Orava, fazia propósitos e nada.
Passei a fazer a Terapia do Amor, só que achei que Deus estava demorando muito para atender-me e resolvi dar uma “ajudinha a Deus” (como pode o Todo-Poderoso precisar de uma ajudinha?), mas minha ansiedade e carência me faziam pensar assim.
Então, tive a “brilhante” ideia de anunciar meu perfil na coluna do Cantinho do Coração. Recebi muitas cartas e a que escolhi foi, aos meus olhos, a melhor. Ele era tudo o que eu sempre quis, só faltava a auréola para ser um anjo, minhas emoções estavam à flor da pele.
Começamos a namorar, não averiguei a fundo a vida dele, tudo era maravilhoso, só que com o tempo ele dava sinais de que havia algo errado, mas eu não queria enxergar, achava que não importava. Era o Espírito Santo me falando que era uma armadilha, mas eu não queria ouvir.
Três anos depois surgiu uma situação em que descobri o que jamais imaginei, ele era casado. Fiquei sem chão, o mundo caiu sobre mim, me senti uma meretriz, tudo acabou ali.
Naquele momento, entendi o que o Espírito Santo, por muitas vezes, tanto me falou. Foi muito difícil dar a volta por cima, pois a vergonha e o nojo era muito grande, mas consegui.
Resolvi trancar meu coração para o amor e não acreditar mais em ninguém. Quando alguém se aproximava de mim eu era grossa, pois estava ferida. Passaram-se uns seis meses, tratei meu coração e aí tudo mudou. O tempo todo, a minha metade sempre esteve bem perto de mim. Hoje sou muito bem casada e feliz.
Mas isso só foi possível quando deixei o Espírito Santo me guiar. Apesar de conhecê-lo há muitos anos, agi diferente. Passei um pente fino em sua vida, fucei os quatro cantos da vida e da família dele, e o testei de todas as formas e, só depois, começamos a namorar. Somos casados e felizes.
Espero que estas linhas sirvam de exemplo para as solteiras. Não quero com isso dizer que a coluna da Folha Universal e as pessoas que anunciam não sejam de Deus, de maneira nenhuma.
É que a Folha Universal não se responsabiliza pela veracidade das informações ali anunciadas, ou seja, qualquer um pode anunciar. Então, é preciso tomar cuidado para não cair na conversa fiada de qualquer um, como um dia eu caí.
Espero que tenha servido de exemplo.
Obrigada!
Tiane - Rio de Janeiro

Características do Espírito Santo:Ele é uma Pessoa








O Espírito Santo possui todas as características de uma pessoa. Ele tem inteligência e vontade. Possui emoções. Não é apenas uma força vaga. Não é uma energia ou poder impessoal como a eletricidade ou a gravidade.


O Espírito Santo é também nosso Mestre."Mas o Conso­lador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará... e vos fará lembrar de tudo o que vos te­nho dito" (João 14:26).


O Espírito Santo nos dá a segurança da salvação pessoal. Em Romanos 8:16 lemos: "O próprio Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus". O Espírito Santo harmoniza-se com o nosso espírito se estivermos em comunhão com Deus.


Novamente em João 16, Jesus ensinou que o Espírito San­to convence os homens do pecado. Quando o Espírito Santo vier, disse Jesus: "convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo" (v. 8).


O Espírito Santo nos ensina, nos fortalece e testemunha . em nosso interior. O Espírito Santo tem, na verdade, caracte­rísticas e funções especiais. A Bíblia ensina claramente que Ele é uma pessoa.